Com o progressivo aquecimento climático por volta de 10 000 a 6000 anos antes da era cristã foi possível aos homens de então deixarem a sua vida nómada sempre pendente da existência ou não de alimentos no meio ambiente onde viviam. Essa tendência meramente recolectora e a sua dieta baseada nos frutos silvestres que apanhavam na natureza e animais que conseguiam caçar, fazia com que essas populações se deslocassem longas distâncias à procura de territórios mais quentes onde os alimentos eram mais abundantes não tendo deste modo um habitat fixo.
Devido em parte, ao já referido aquecimento climático o homem vai deixar de se deslocar à procura de alimentos e vai aos poucos vai começar a desenvolver a agricultura e pastorícia que lhe vão permitir uma base alimentar mais estável. Vão surgir assim, novos instrumentos ligados a essas novas actividades, surge o arado, a enxada, a foice, a mó o martelo e o machado, os primeiros de madeira com dentes de pedra e os restantes de pedra, sendo utilizada para fabricar martelos e machados uma novidade em relação ao homem do paleolítico uma vez que agora já sabiam polir a pedra, daí o nome neolítico (nova-pedra).
Bem, mas essa vida sedentária permite ao homem se dedicar a outras actividades de cariz místico e religioso como os dolmens ou antas que se destinam ao enterramento dos mortos da comunidade. Esses monumentos, compostos por grandes blocos de granito era onde depositavam os seus defuntos em posição fetal deixando-lhe ao lado os seus pertences e alimentos o que nos faz pensar que acreditavam na vida após a morte. Essas imponentes estruturas funerárias eram cobertas de terra e pedras (mamoa) a fim de ficarem protegidas.
Devido em parte, ao já referido aquecimento climático o homem vai deixar de se deslocar à procura de alimentos e vai aos poucos vai começar a desenvolver a agricultura e pastorícia que lhe vão permitir uma base alimentar mais estável. Vão surgir assim, novos instrumentos ligados a essas novas actividades, surge o arado, a enxada, a foice, a mó o martelo e o machado, os primeiros de madeira com dentes de pedra e os restantes de pedra, sendo utilizada para fabricar martelos e machados uma novidade em relação ao homem do paleolítico uma vez que agora já sabiam polir a pedra, daí o nome neolítico (nova-pedra).
Bem, mas essa vida sedentária permite ao homem se dedicar a outras actividades de cariz místico e religioso como os dolmens ou antas que se destinam ao enterramento dos mortos da comunidade. Esses monumentos, compostos por grandes blocos de granito era onde depositavam os seus defuntos em posição fetal deixando-lhe ao lado os seus pertences e alimentos o que nos faz pensar que acreditavam na vida após a morte. Essas imponentes estruturas funerárias eram cobertas de terra e pedras (mamoa) a fim de ficarem protegidas.
Embora eu considere as antas uns monumentos interessantes que mostram uma preocupação emergente de devoção e culto aos seus antepassados, mas o que intriga verdadeiramente a maioria dos académicos que estudam a pré-história é a finalidade atribuída aos menires e cromeleques. Embora se considere que teriam como função uma espécie de culto à natureza, ao sol ou um simples ritual de fertilidade. O que é certo, é que são monumentos nos levam a reflectir sobre a intenção que teriam aqueles nossos longínquos antepassados em deslocar aquelas enormes pedras ao longo de kilometros utilizando apenas as mãos e rolos de madeira para depois as espetarem na terra sem uma utilidade demasiado evidente. Ao que tudo indica serviriam como culto à fertilidade sendo esta a tese aceite pelos historiadores mas a realidade é que são monumentos imponentes que contribuem para um espectáculo paisagístico bonito de ser observado como podemos constatar na imagem apresentada neste artigo.
Imagem do menir dos almendres em Évora
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